Artigo: ESCOVAÇÃO LINGUAL E PERCEPÇÃO SUBJETIVA DA HALITOSE EM PACIENTES ATENDIDOS NO CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE FORTALEZA - Periodontology 2011 v21n3 - DentalGO

Periodontology 2011 v21n3

Periodontology 2011 v21n3


ESCOVAÇÃO LINGUAL E PERCEPÇÃO SUBJETIVA DA HALITOSE EM PACIENTES ATENDIDOS NO CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE FORTALEZA

Artigo

O termo halitose é derivado do latim “halitus” que significa ar expirado e do sufixo grego “ose”, que expressa uma condição anormal ou patológica. Pode ser simplesmente definido como um odor bucal desagradável. Este é um estudo do tipo retrospectivo. Foram analisados 3187 prontuários dos pacientes do curso de Odontologia da Universidade de Fortaleza (UNIFOR) e separados 1500 prontuários que tinham respostas completas às perguntas “VOCÊ ACHA QUE TEM MAU-HÁLITO?” e “ESCOVA A LÍNGUA?”. Dos investigados, 518 (34,53%) eram do gênero masculino e 982 (65,47%) do...

Autores: Danilo Lopes Ferreira Lima, Anastácia Leite Jucá Ramalho, Roberto Dias Rêgo, Yuri Jivago Pereira Carvalho, Felipe Ximenes Barreto, Camila Silveira de Queiroz, 

PASSO-A-PASSO DA PESQUISA CÉLULAS TRONCO: ONDE ESTAMOS E PARA AONDE VAMOS?
PASSO-A-PASSO DA PESQUISA CÉLULAS TRONCO: ONDE ESTAMOS E PARA AONDE VAMOS?

Nos últimos anos diversas pesquisas têm demonstrado o grande potencial das células-tronco na medicina regenerativa. Como todo novo ramo de pesquisa, a tendência inicial é superestimar o potencial do achado principalmente quando a divulgação chega à mídia não especializada. Com o advento da internet e suas ferramentas eletrônicas, as informações recentes publicadas em revistas científicas circulam rapidamente para a imprensa, que faz uma leitura sempre superlativa dos achados....

PASSO-A-PASSO PRÁTICA CLÍNICA CONDUTAS PARA ABORDAGEM DA HALITOSE
PASSO-A-PASSO PRÁTICA CLÍNICA CONDUTAS PARA ABORDAGEM DA HALITOSE

Halitose ou mau hálito, mau odor bucal, foetor oris ou foetor ex ore, refere-se à percepção olfativa desagradável ao sentir o odor do hálito de alguém. A halitose não é necessariamente uma doença, mas um sinal indicativo de que alguma coisa não vai bem no organismo, seja do ponto de vista patológico, fisiológico ou até mesmo uma questão de má higiene bucal. Podendo-se fazer uma analogia com a febre, o que representa um alerta ou uma quebra de homeostasia do organismo.

INTER-RELAÇÃO ENTRE DOENÇA PERIODONTAL, DIABETES E OBESIDADE
INTER-RELAÇÃO ENTRE DOENÇA PERIODONTAL, DIABETES E OBESIDADE

A doença periodontal caracteriza-se por uma patologia de origem infecto-inflamatória que leva à destruição dos tecidos de suporte do dente. Estudos comprovam que o diabetes influencia a instalação e progressão da doença periodontal. E, em contrapartida, a severidade da doença periodontal também pode afetar o controle metabólico do diabetes. Dentre os fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo II, destaca-se a obesidade. Indivíduos com índice de massa corporal...

PAPILA INTERDENTAL: PREVISIBILIDADE DAS TÉCNICAS RECONSTRUTIVAS
PAPILA INTERDENTAL: PREVISIBILIDADE DAS TÉCNICAS RECONSTRUTIVAS

A perda da papila interdental pode causar alterações fonéticas, impactação alimentar e desconforto estético. A etiologia é multifatorial, podendo ou não estar associada às doenças periodontais. Quando a causa não é proveniente de doenças periodontais, a regeneração tem maiores chances de sucesso, mas para solucionar casos em que ocorre a perda de inserção, muitas técnicas cirúrgicas foram propostas para induzir a regeneração da papila interdental, porém, com resultados...

A CARACTERÍsTICA GENÉTICA INFLUENCIA NA SOBREVIDA DO IMPLANTE DENTÁRIO?
A CARACTERÍsTICA GENÉTICA INFLUENCIA NA SOBREVIDA DO IMPLANTE DENTÁRIO?

Os principais fatores de risco relacionados à falha ao redor do implante dentário são: má higiene oral, histórico de periodontite, tabagismo e diabete melitus. Resultados limitados e conflitantes tentam associar traços genéticos com o desenvolvimento da doença peri-implantar (DPI). A resposta inflamatória presente na DPI é determinada pela interação entre moléculas e células. Alterações nos níveis dessas moléculas podem interferir nessa resposta oferecendo maior proteção...

ORTODONTIA E PERIODONTIA – PARTE I: ALTERAÇÕES PERIODONTAIS APÓS A INSTALAÇÃO DE APARELHO ORTODôNTICO
ORTODONTIA E PERIODONTIA – PARTE I: ALTERAÇÕES PERIODONTAIS APÓS A INSTALAÇÃO DE APARELHO ORTODôNTICO

O tratamento ortodôntico apresenta o potencial de, indiretamente, causar alterações periodontais devido ao acúmulo de biofilme, em função da dificuldade de manutenção de higiene bucal adequada na presença de bandas e brackets. Além disso, uma dúvida comum entre os clínicos é se o tratamento ortodôntico pode promover o desenvolvimento de retrações gengivais. O objetivo deste estudo foi, através de uma revisão da literatura atual, esclarecer questionamentos constantes com...

ORTODONTIA E PERIODONTIA – PARTE II: PAPEL AUXILIAR DA TERAPIA ORTODÔNTICA NO TRATAMENTO PERIODONTAL
ORTODONTIA E PERIODONTIA – PARTE II: PAPEL AUXILIAR DA TERAPIA ORTODÔNTICA NO TRATAMENTO PERIODONTAL

O movimento ortodôntico dentário pode representar um benefício substancial para o paciente adulto. Em indivíduos suscetíveis à doença periodontal, defeitos periodontais ósseos podem, muitas vezes, ter sua resolução facilitada se for realizada uma movimentação ortodôntica. O objetivo deste estudo foi, através de uma revisão da literatura atual, esclarecer questionamentos constantes com relação ao papel auxiliar da terapia ortodôntica no tratamento periodontal. A literatura...

REMOÇÃO CIRÚRGICA DE ADENOMA PLEOMÓRFICO EM REGIÃO DO FRÊNULO LABIAL SUPERIOR
REMOÇÃO CIRÚRGICA DE ADENOMA PLEOMÓRFICO EM REGIÃO DO FRÊNULO LABIAL SUPERIOR

Adenoma pleomórfico é o tumor benigno de glândula salivar mais comum na cavidade oral. O tratamento preconizado para esse tipo de lesão é a exérese cirúrgica, além do controle pós-operatório do paciente. O presente artigo relata um caso de remoção cirúrgica de adenoma pleomórfico de glândula salivar menor na região do frênulo labial superior, em uma criança de 12 anos.

AVALIAÇÃO DO EFEITO DE PROTOCOLOS PARCIAIS DE EXAME PERIODONTAL NA EXTENSÃO DAS DOENÇAS PERIODONTAIS
AVALIAÇÃO DO EFEITO DE PROTOCOLOS PARCIAIS DE EXAME PERIODONTAL NA EXTENSÃO DAS DOENÇAS PERIODONTAIS

Existem inúmeros índices descritos na literatura utilizados para mensurar a saúde bucal. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de quatro protocolos de registros parciais de medidas periodontais de profundidade de bolsa à sondagem e nível clínico de inserção. Exames periodontais completos foram realizados em 159 indivíduos com idade de 35 a 71 anos por um examinador calibrado nos quatro quadrantes em seis sítios por dente: sítios vestibulares e sítios linguais. Quatro...

AVALIAÇÃO DA PERDA ÓSSEA PERIODONTAL EM RATOS POR MEIO DOS MÉTODOS RADIOGRÁFICO E MORFOMÉTRICO
AVALIAÇÃO DA PERDA ÓSSEA PERIODONTAL EM RATOS POR MEIO DOS MÉTODOS RADIOGRÁFICO E MORFOMÉTRICO

O presente estudo se propôs a avaliar morfometricamete (região da ligadura ou hemiarco) e radiograficamente (suporte ósseo periodontal) a perda óssea na periodontite experimental em ratos. Ligaduras de algodão foram posicionadas em torno do segundo molar maxilar e primeiro molar mandibular direitos em 14 ratas fêmeas (Wistar). Os molares contralaterais serviram como controle intragrupo. Após quatro semanas os ratos foram sacrificados e suas mandíbulas e maxilas foram removidas. Os...

PREVALÊNCIA MICROBIANA E QUANTIFICAÇÃO DA ARGINASE NA SAÚDE E DOENÇA PERIODONTAL
PREVALÊNCIA MICROBIANA E QUANTIFICAÇÃO DA ARGINASE NA SAÚDE E DOENÇA PERIODONTAL

A arginase salivar está aumentada em processos inflamatórios e infecciosos da cavidade bucal. O objetivo do presente estudo foi avaliar a atividade de arginase salivar, correlacionando-a a parâmetros clínicos e microbiológicos em diferentes condições periodontais. Foram avaliados os seguintes parâmetros clínicos: índice de placa, índice de sangramento, profundidade de sondagem e nível de inserção clínica. Foi avaliada ainda a presença dos periodontopatógenos Campylobacter...

ESCOVAÇÃO LINGUAL E PERCEPÇÃO SUBJETIVA DA HALITOSE EM PACIENTES ATENDIDOS NO CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE FORTALEZA
ESCOVAÇÃO LINGUAL E PERCEPÇÃO SUBJETIVA DA HALITOSE EM PACIENTES ATENDIDOS NO CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE FORTALEZA

O termo halitose é derivado do latim “halitus” que significa ar expirado e do sufixo grego “ose”, que expressa uma condição anormal ou patológica. Pode ser simplesmente definido como um odor bucal desagradável. Este é um estudo do tipo retrospectivo. Foram analisados 3187 prontuários dos pacientes do curso de Odontologia da Universidade de Fortaleza (UNIFOR) e separados 1500 prontuários que tinham respostas completas às perguntas “VOCÊ ACHA QUE TEM MAU-HÁLITO?” e...

ADERÊNCIA, IN VITRO, DE STREPTOCOCCUS MUTANS EM IMPLANTES DENTÁRIOS DE SUPERFÍCIE LISA OU TRATADA
ADERÊNCIA, IN VITRO, DE STREPTOCOCCUS MUTANS EM IMPLANTES DENTÁRIOS DE SUPERFÍCIE LISA OU TRATADA

A aderência de microrganismos às superfícies bucais rígidas como um dente, um material restaurador ou um implante é um pré-requisito para a formação do biofilme dentário que pode, eventualmente, ocasionar cárie, doença periodontal ou periimplantite. Os implantes dentários, atualmente, apresentam a superfície tratada por métodos de adição ou subtração que aumentam a superfície de contato com o osso. Porém, quando nos deparamos com um caso de perda óssea e conseqüente...

AVALIAÇÃO DA POSIÇÃO DO FORAME MENTUAL EM RELAÇÃO AOS DENTES E BASE DA MANDIBULA NA RADIOGRAFIA PANORÂMICA CONVENCIONAL
AVALIAÇÃO DA POSIÇÃO DO FORAME MENTUAL EM RELAÇÃO AOS DENTES E BASE DA MANDIBULA NA RADIOGRAFIA PANORÂMICA CONVENCIONAL

Este trabalho objetivou analisar a localização do forame mentual em radiografias panorâmicas. Foram utilizadas 100 radiografias panorâmicas do banco de radiografias da Faculdade de Odontologia de Pindamonhangaba (FAPI) de pacientes acima de 18 anos. As radiografias foram avaliadas de acordo com a posição do forame mentual em relação aos dentes inferiores e sua distância em relação à base da mandíbula. Os resultados demonstraram que o forame mentual foi localizado na maioria dos...